quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

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Fico aqui me perguntando q merda d mae sou eu. Na "Festa da Leitura e Escrita", nome moderno pra formatura da alfabetização do meu filho mais velho. Todo mundo com presente, anel de formatura, blablabla, e eu de mãos abanando.

Pq eu deveria fazer um estardalhaço pq ele aprendeu a ler? Na boa, acho q ñ sou normal...

Todo mundo arrumado, chique, maquiado... De onde eu vim, Senhor?!

Meu filho estuda aqui há 3 anos e eu ñ conheço ninguém. Caraca, q mãe é essa, hein?!

Surtando de auto-cobrança enlouquecida...

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Enxergando as diferenças

Paulatinamente e pauladatinamente vou descobrindo que convivência amigável não tem nada a ver com relacionamento de amizade.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Faz falta...

Não sinto falta de fazer dramalhões. Mas tou com muita saudade de ser eletricamente agitada, aceleradamente pratica e lascivamente faminta...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Tudo sempre é sobre prazer

Escutei hoje q onipotência dá prazer. Eu nunca tinha pensado nisso. A psicóloga diz q meu problema é falta de limites. Quem não tem limites pode tudo. Quem pode tudo é onipotente. Onipotência é poder. Poder dá prazer.
E daí faz-se um monte de links q vão sempre chegar no trinômio ilimitação-poder-prazer. Donde concluo q minhas compulsões vêm da minha falta de limites.
 
Qual o problema? É parar e repensar na vida toda. Me dispor a recrescer mais uma vez, perceber q talvez as coisas q fiz foram por compulsão, não por paixão, ou compaixão. Parar para reavaliar todas as crenças, todas as dúvidas e todas as certezas. Certezas? Quais mesmo?...
 
Cheguei em mais um momento em q me torno um burro olhando prum palácio. Como a histérica de Freud q descobre o motivo da sua paraplegia psicológica e tem q decidir se vai andar ou continuar inválida.
Cheguei no momento de olhar para trás reavaliando as ações. Mas será q vale a pena? Será mais fácil entender q o poder-prazer da onipotência ñ pode mais pintar por aqui? Será q eu realmente preciso olhar para o q já ñ pode ser modificado? Como seguir em frente sem entender lá atrás? 
 
Eu e minhas confusões recrescivas...

terça-feira, 20 de setembro de 2011

saudade de escrever

Tem hora q me dá uma saudade tão grande de escrever... Penso em coisas fabulosas pra colocar aqui, passo por coisas tão interessantes, curiosas, bizarras...

Mas criei o hábito de burocratizar as coisas. De ter que ter coerência, coesão, sentido.

Blog tem licença poética?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O mundo fica mais colorido sem a fluoxetina. As sensações, mais intensas. Os dramas, muito mais mexicanos. Com ela, os problemas são só problemas. Os fatos são apenas fatos, a psicodelia fica só na música.

Mas essa sensação de plenitude, essa completude de depois, essa certeza de reafirmação do amor, a confirmação repetida da escolha certa, a corroboração do par perfeito, a explosão cada vez mais surpreendente mesmo depois de tanto tempo... Isso é meu, só meu, tudo meu, e ninguém tira.

Nem a caída na libido que a fluflu provoca.

Incrível como o tamanho da paixão é diretamente proporcional ao tempo que vai passando. Mais incrível ainda é como a química, o amor, a cumplicidade, o desejo e o cuidado crescem numa mesma exponencial. E é recíproco!!!!

Obrigada, Senhor Deus, meu Pai Oxalá, minha Mãe Oxum, meus Orixás, minha Família de Luz... Obrigada por esse velho presente que se renova a cada dia.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

De quem é o Poder mesmo?

Quando você se perde de si mesmo, as coisas ficam confusas. Você perde as referências de si, de sua história, de quem você é, do que foi, o que será. Em algum momento, por algum motivo que você desconhece, você se perde do rumo, do prumo.  E às vezes nem chega a perceber. Às vezes, quando percebe, o estrago já foi tamanho, que você nem acredita que é real.

Mas, por Deus, pela graça e misericórdia de Deus, pela fé e santidade que reside lá dentro de você, pelo lado são que resiste e insiste em aflorar, pelo Amor de Deus, pelo amor de mãe, pelo amor do amor, pelo amor dos filhos, do pai, dos amigos... Pelo Amor-Que-Se-Recusa-A-Abandonar... Você se vê, se encontra, se acha...

Perdida, desorientada, aturdida... Mas acorda.


E aquilo tudo que parecia um turbilhão, nada mais é que a tempestade que você deixou fazerem dentro de você. E percebe que o poder sobre você, é você quem dá a quem não deve. E é só você que pode tirar o cetro da mão de quem não merece, quem só padece e pensa que maltratar dá poder. Mas poder, Poder, poder mesmo, só quem tem sobre mim sou eu, é Deus, é o Amor.

E assim, dia a dia, quando você percebe, recresceu mais um pouquinho.

Que delícia... Que saudade de escrever...